Atriz põe saúde de bebê em risco ao aliviar dor do nascimento dos dentes

Por: Bruna Romanini

Foto: Reprodução

Bárbara Borges colocou um colar de âmbar no filho para aliviar a dor do nascimento dos dentinhos

O pequeno Theo, filho da atriz Bárbara Borges, começou a apresentar sinais de que seus dentinhos estavam nascendo. Para aliviar o incomodo desta fase, a atriz optou pelo colar de âmbar. “Nesse último mês, Theo passou a babar muito e a colocar a mão ou o polegar na boca pra aliviar a sensação de coceirinha da gengiva. Será que já vêm dentinho por aí? Hoje mesmo ele já começou a usar o colar de âmbar”, disse a atriz em post feito no Instagram.

O colar de âmbar é colocado no pescoço dos bebês e a ideia é que ele iria liberar substâncias anestésicas em contato com o pescoço do bebê e também teria uma ação anti-inflamatória que iria prevenir problemas como dor de ouvido e de garganta. Porém, não existe nenhum estudo que comprove esses supostos benefícios.

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Além disso, apesar de ser um objeto muito conhecido para aliviar a dor do nascimento dos dentinhos, o colar de âmbar não é considerado seguro para os bebês. A Academia Americana de Pediatria (AAP) não recomenda o colar de âmbar como uma alternativa para aliviar o incomodo dos dentes.

A AAP também aponta os dois principais riscos do colar de âmbar para os bebês: engasgar e possível estrangulamento.

O bebê corre risco de engasgar com o colar de âmbar porque trata-se de um colar composto por pequenos pedacinhos de âmbar. E se este colar se romper o pequeno pode acabar engolindo algum desses pedacinhos e engasgar.

Já o risco de estrangulamento ocorre porque trata-se de um colar e qualquer tipo de colar não é orientado para bebês, pois podem levar ao estrangulamento, especialmente em momentos nos quais eles não estão sendo supervisionados por um adulto, como na hora do sono.

Veja formas seguras de aliviar a dor do nascimento dos dentinhos do bebê aqui. E veja outros cuidados famosos por aliviar a dor do nascimento dos dentinhos que não são orientados aqui.

Fonte consultada:

Academia Americana de Pediatria

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