Lágrimas dos bebês: esclareça suas dúvidas

Por: Bruna Romanini

Foto: Reprodução

A seguir, saiba tudo sobre as lágrimas dos bebês e entenda por que no começo é tão difícil nota-las

Chorar: esta é uma das coisas que os bebês mais fazem desde suas primeiras horas de vida. Porém, o que muitos pais percebem é que apesar de todo esse choro, as lágrimas dos bebês simplesmente parecem não existir! A primeira vista, os papais e mamães não conseguem enxergar lágrimas no choro dos bebês. E então, surge a dúvida: será que os bebês de fato não produzem lágrimas?!

Calma, a verdade é que os bebês produzem lágrimas sim, e desde o nascimento. “Acredita-se que a criança nasce e produz lágrimas, mas em uma quantidade muito menor do que os adultos, por isso a primeira vista pode parecer que os pequenos não produzem lágrimas”, explica o oftalmologista Sergio Felberg, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.

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Ocorre que nos primeiros meses de vida, o bebê de fato não precisa de muitas lágrimas, por isso não as produz em grande quantidade. “Uma das principais funções das lágrimas é diminuir o atrito quando piscamos os olhos, como o bebê novinho passa a maior parte do tempo com os olhos fechados, ele não precisa produzir tantas lágrimas”, justifica o oftalmologista Sergio Felberg.

Por volta dos três meses de vida, os bebês começam a ficar mais tempo com os olhos abertos e a produção de lágrimas aumenta. “Conforme ele cresce, mantem os olhos mais abertos e pisca mais, de modo que a quantidade de lágrimas que o bebê produz vai aumentando”, observa o oftalmologista Sergio Felberg.

Portanto, a “falta” de lágrimas não deve ser uma preocupação entre os pais. Porém, é preciso ficar atento para o excesso de lágrimas. Caso seu bebê fique com os olhos lacrimejando constantemente, mesmo quando não está chorando, é importante entrar em contato com o pediatra. Isto porque olhos lacrimejando constantemente em um bebê podem ser sinal de que o canal lacrimal está obstruído.

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