As coisas mais absurdas que diziam para as grávidas no passado

Por: Bruna Romanini

Foto: Reprodução

Veja a seguir os conselhos mais absurdos e perigosos que eram dados para as grávidas no passado

Atualmente, graças às inúmeras descobertas da medicina, já se sabe muito sobre o que é seguro e o que pode ser prejudicial para as gestantes. Porém, no passado a situação era bem diferente. Por isso, a seguir, listamos os conselhos mais absurdos que as grávidas recebiam no passado. Confira, esses conselhos certamente vão te deixar imaginando como a humanidade conseguiu sobreviver por tanto tempo!

Use espartilho

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Nos séculos passados, os espartilhos eram muito utilizados como a roupa de baixo das mulheres. E isso não mudava quando a mulher engravidava! Imagine o quão confortável, só que ao contrário, devia ser usar um espartilho com um barrigão de 9 meses!

Fume!

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Agora já se sabe dos inúmeros riscos de fumar durante a gestação, mas décadas antes não era bem assim. E além dos médicos não verem problemas no fato das gestantes e lactentes fumarem, alguns inclusive recomendavam o cigarro! O cigarro era recomendado pelos médicos para as grávidas como uma maneira de manter o peso do bebê baixo e ajudar no trânsito intestinal  :O

Na imagem acima é possível ver um anúncio de cigarros do passado feito especialmente para mães de recém-nascidos!

Inale éter ou clorofórmio durante o parto

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Nos anos 1800, quando ainda não existiam os métodos anestésicos atuais, o éter e o clorofórmio passaram a ser muito utilizados para aliviar a dor da mulher durante o parto e também para a realização de cirurgias. O éter ou clorofórmio eram inalados pelas mulheres durante o trabalho de parto. Em 1853, a Rainha Victoria do Reino Unido inalou clorofórmio durante o parto de seu oitavo filho, o príncipe Leopold.

O problema é que estes dois anestésicos eram muito perigosos e difíceis de se administrar, de modo que muitas pessoas morriam ao inalá-los. Além disso, após algum tempo, descobriu-se que o uso de éter aumentava o risco de câncer! Conforme novos anestésicos foram surgindo, o éter e o clorofórmio caíram em desuso.

Veja algo bonito

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Esse pelo menos não fazia nenhum mal para a mãe ou bebê, mas trata-se de algo bem engraçado. No passado, acreditava-se que se a mulher olhasse bastante para algo bonito durante a gestação ou trabalho de parto, o bebê nasceria bonito!

Beba vinho

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No passado, alguns médicos de fato orientavam que as gestantes bebessem taças de vinho tinto! Hoje já se sabe que nem um pouquinho de álcool deve ser ingerido pelas grávidas. De acordo com a Organização Nacional da Síndrome do Alcoolismo Fetal dos Estados Unidos, não existe uma quantidade segura de álcool que pode ser consumida pelas gestantes.

É importante ressaltar que aquela famosa crença de que cerveja preta estimula a produção de leite materno é um mito e pode prejudicar MUITO o bebê (saiba mais sobre o assunto aqui).

Não ande de carro

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No passado, acreditava-se que por sua natureza irregular, andar de carro tivesse o mesmo efeito para as grávidas que montar um touro de rodeio!! Por isso, a orientação era que as gestantes viajassem apenas de trem e evitassem o carro ao máximo.

Evite o Sol ao máximo

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Claro que ninguém deve abusar da exposição ao Sol e que é preciso usar o filtro solar diante da luz do Sol, porém, no passado alguns médicos orientavam que as gestantes não se expusessem a luz solar DE JEITO NENHUM! Hoje sabe-se que esta recomendação é bem perigosa, já que a tomar um pouco de Sol todos os dias faz com que a pessoa tenha bons níveis de vitamina D em seu organismo. E a vitamina D é essencial para o bom desenvolvimento do bebê durante a gravidez, saiba tudo sobre o assunto aqui.

Nada de sexo!

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Hoje sabe-se que o sexo em gestações saudáveis não causa nenhum problema para o bebê e ainda proporciona alguns benefícios para a mamãe, saiba mais sobre o assunto aqui. Porém, no passado alguns médicos orientavam que as gestantes não tivessem relações sexuais, pois acreditavam que o sexo na gestação poderia fazer com que o bebê tivesse mais chances de ser um tarado! É cada uma que nossas avós tiveram que ouvir!

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