Fertilização in vitro: entenda este tratamento para engravidar

Por: Bruna Romanini

Foto: Getty Images

A fecundação é feita fora do corpo materno e a fertilização in vitro é indicada em casos mais complexos

Na fertilização in vitro a fecundação é feita fora do corpo materno. O primeiro passo é estimular a produção de mais de um óvulo por ciclo com a ajuda de medicações específicas. “Esses óvulos são aspirados do ovário, com o auxílio de uma agulha, guiada por um ultrassom transvaginal e então, depositados em uma solução nutritiva para que se mantenham vivos”, explica a ginecologista e obstetra Thaís Domingues, especialista em reprodução humana da Clínica Huntington.

Depois os espermatozoides são coletados e após o preparo seminal e a separação dos melhores também são colocados na mesma solução do óvulo para que ocorra a fecundação. “Após a fertilização, o embrião permanece em uma estufa por cerca de 3 a 5 dias quando já está apto a ser implantado no útero materno”, diz Domingues.

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O procedimento é recomendado quando há endometriose severa, trompas obstruídas ou ausentes, alterações moderadas a severas no sêmen ou quando não é obtido sucesso com métodos de baixa complexidade.

Um dos problemas que pode acontecer com este procedimento é um pequeno desconforto abdominal da mulher, principalmente após a retirada dos óvulos, decorrente da administração de hormônios, assim como alteração de humor. Em situações raras, as pacientes podem apresentar sangramento após a retirada dos óvulos.

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