Como proteger os bebês dos mosquitos e outros insetos

Por: Bruna Romanini

Foto: Getty Images

Veja também como agir quando o bebê é picado e quais os sinais de que há problemas na região

As picadas de mosquitos e outros insetos nos bebês podem transmitir doenças como a dengue e outras e ainda podem levar a alergias e outras complicações. A seguir saiba como prevenir e tratar as picadas de insetos:

Mosquiteiro e outras proteções

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Colocar os mosquiteiros no berço é uma boa maneira de prevenir picadas. “Barreiras físicas como telas, mosquiteiros, são medidas utilizadas para afastar insetos e evitar suas picadas de espécies muito diferentes, envolvendo moscas mosquitos, abelha, etc. e suas possíveis consequências como a transmissão de doenças e processos alérgicos e inflamatórios”, diz José Gabel, secretário do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

O mosquiteiro é uma das formas mais eficazes de proteger bebês até 6 meses de idade. “Afinal, apesar do bebê estar vestido, mas o que acontece é que a cabeça, face e mãos ficam desprotegidos e suscetíveis à picadas, por isso é importante estar atento e se utilizar de mosquiteiro sempre com segurança. Isto é, ele deve ser de material com tramas finas, capazes de boa ventilação e impedir a passagem do inseto, estar a uma altura suficiente para que a criança/bebê não possa alcançá-lo e não deve ficar dentro do berço, para evitar sufocamento/estrangulamento”, orienta Gabel. Além dos mosquiteiros, outras boas opções são aparelhos eletrônicos, luminosos e ultrassônicos.

Quando usar repelentes

Os repelentes são contraindicados em bebês abaixo de 2 meses. “Perguntar e conversar com o pediatra para saber qual a recomendação, conhecer o que está usando, lendo o rótulo e bula e então seguir as recomendações”, diz Gabel.

Como agir quando o bebê é picado

Quando o bebê é picado é importante ter alguns cuidados. “Os principais são relacionados à higiene. Evite que essas picadas sejam contaminadas e podem levar a processos inflamatórios e infecciosos, graves em alguns casos. Assim, lavar o local e evitar coçar são as melhores iniciativas”, destaca Gabel.

As consequências de uma picada podem variar muito. “Desde um simples ponto avermelhado, com discreta coceira local por 1 a 2 dias, até quadros com muita coceira, placas de alergia e urticária que necessitam de atendimento hospitalar e internação”, diz Gabel.

É importante sempre ficar atento se houver secreção no local da picada ou se o local ficar muito avermelhado, extenso e inchado após a picada. Nestes casos é interessante entrar em contato com o pediatra.

 

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