A cantora Thaeme Mariôto, que faz dupla com Thiago, surpreendeu ao falar sobre suas oito gestações. A famosa é casada com o empresário Fábio Elias. Eles oficializaram a união em 2014, após dois anos de relacionamento. Juntos, eles passaram por momentos delicados quando tiveram que se despedir de seis de seus bebês.
Ocorre que embora tenham engravidado oito vezes, infelizmente, a artista e o marido tiveram seis perd4s gestacionais. Atualmente, eles são pais de duas lindas meninas. A primogênita se chama Liz e está com seis anos de idade. Enquanto a caçulinha, Ivy, completou três anos.
“Eu tive a primeira perda gestacional, daí eu tive mais outra. Aí eu tive a Liz. Mais duas perdas. Tive a Ivy e mais outras duas perdas”, relembrou Thaeme ao participar do podcast MaterniDelas, apresentador pela influenciadora Tata Estaniecki Cocielo e a atriz Claudia Raia.
Recentemente, a cantora havia falado sobre o assunto. Na ocasião, a artista explicou que ela e o marido sofrem de uma espécie de incompatibilidade genética. Justamente, por isso, as primeiras perdas aconteceram logo no início de cada gravidez.
“Eu entendi o sentido da minha primeira perda gestacional quando eu comecei a orientar as mães que vinham me falar: ‘eu passei por não sei quantas perdas, eu acho que Deus não quer que eu seja mãe’. Você pesquisou trombofili4? Não, nunca pesquisei! Se eu consegui ajudar essa mãe, já estou muito feliz. Mas, foram milhares”, afirmou a famosa.
O programa contou a com a participação da Dra. Isabelle Malagoli, ginecologista e obstetra. A profissional revelou que casos como o de Thaeme são raros. Por isso, as questões de incompatibilidade não são pesquisadas com tanta prontidão. Sendo a trombofilia, alterações anatômicas e outros pontos são checados antes da incompatibilidade ser cogitada.
“Precisamos alertar as pessoas que é muito raro e, realmente, a gente não tem um consenso ainda em relação tanto ao diagnóstico dessa condição quanto ao tratamento. Então, o pessoal comenta sobre a questão de imunomoduladores que vão ajudar em que? A abaixar um pouco o sistema autoimune. Mas, não existe consenso em relação a isso. A ciência está correndo muito rápido. Mas, não temos ainda respostas e uma diretriz em relação a isso”, detalhou a médica.



