Grávida some no interior de SP e reaparece em outra cidade sem o bebê

Por: Bruna Romanini



Foto:Reprodução G1

O marido agora busca respostas para entender o que aconteceu com a esposa e com o bebê

Um homem morador de Várzea Paulista (SP) está em busca de respostas após sua esposa ter desaparecido grávida e ter sido encontrada em Jundiaí sem a barriga de grávida e sem o bebê. O caso também está sendo investigado pela Polícia Civil.

Amigos e familiares do casal chegaram a criar uma campanha nas redes sociais para encontrar a mulher. O portal G1 fez contato com a mulher, mas ela disse que só irá se pronunciar para a polícia. Ela e o marido moram juntos, mas não estão mais casados.

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De acordo com o delegado responsável pelo caso, Marcel Fehr, em depoimento à Polícia Civil um dia após ser encontrada, em dezembro de 2017, a mulher disse que estava confusa e contou aos parentes que o bebê morreu, mas não tinha nenhuma documentação para comprovar a morte.

O marido dela pediu para ter a identidade preservada. Ele afirmou ao portal G1 que trabalhava no dia 16 de dezembro quando a mulher teria sentido fortes dores e buscado ajuda na unidade de saúde do município, antes de ser transferida para um hospital, quando sumiu.

Em nota enviada ao portal G1, o Hospital Universitário de Jundiaí confirmou que a paciente passou por atendimento no pronto-socorro ginecológico, contudo o atendimento ocorreu apenas no domingo, dia 17 de dezembro, às 17h58, quando já tinha sido encontrada. A unidade hospitalar não revelou detalhes do atendimento por sigilo médico.

De acordo com o marido, a mulher estava para dar à luz quando passou mal e desapareceu. Antes disso a mulher publicou algumas fotos mostrando a barriga, mas sempre coberta por roupas.

O marido afirma que sentia o bebê mexer na barriga. “Eu sentia o bebê mexer, as irmãs dela sentiam também. Nós íamos comprar berço, comida e roupas. Não íamos gastar tudo isso. Não tem lógica falarem que ela não estava grávida”, disse o marido em entrevista ao portal G1.

A mulher prestou depoimentos na delegacia da cidade e exames foram pedidos pelo Instituto Médico Legal (IML).

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