Seis anos atrás, a mãe Kaitlin Burge emocionou o mundo com uma foto do seu filho. No registro, o menino Beckett então com quatro anos de idade aparece passand0 mal em decorrência do seu tratamento contra o c4ncer.
No registro, o menino bem frágil e precisando de fr4ldas aparece recebendo o apoio de sua irmã de cinco anos enquanto estava passando mal. Na ocasião desta foto, o filho de Kaitlin estava enfrentando há mais de um ano a leucemi4 linfoblástica aguda.
A foto teve uma imensa repercussão nas redes sociais com mais de 70 mil curtid4s. Muitos internautas mandaram mensagens de apoio para o menino e toda a família. Agora, passados seis anos, a mãe Kaitilin revelou como o seu filho está e comoveu novamente.
Mãe celebra a conquista do seu filho seis anos depois
Agora, seis anos depois, a mãe Kaitilin revelou que seu filho está curad0! Na realidade, ele está curado há mais de quatro anos depois de três anos de lut4 contra o c4ncer. Beckett atualmente é um menino muito saudável de 10 anos de idade, que pratica esportes e frequenta a escola normalmente.
A mãe compartilhou duas fotos de seu filho nos dias de hoje e comentou: “Hoje completamos 4 anos livre do c4ncer! Eu mal consigo acreditar que nós estamos aqui e vendo a vida, quatro anos sem tratamentos! Esta é de longe, a maior conquista do meu filho”.
A mãe também havia mostrado há dois anos um registro do seu filho com a irmã. A família vive no Texas, Estados Unidos. A mãe contou para o Today que o vínculo entre os irmãos continua muito forte após a cura de Beckett.
“Eles vão e voltam da escola juntos. Mesmo tendo quartos separados, dormem juntos. Os dois têm um laço inquebrável. Ela costuma ser a primeira pessoa a quem ele recorre quando precisa de ajuda com alguma coisa. Eu penso: ‘Que coisa! Estou bem aqui!’”, contou a mãe.
Desabafo de mãe sobre o que o filho passou emocionou
A mãe Kaitilin fez um desabafo que também foi muito tocante na foto que compartilhou do seu filho Beckett no banheiro com a irmã enquanto enfrentava o c4ncer, seis anos atrás. Ela falou sobre como o c4ncer infantil afetava a família inteira.
Ela começou dizendo: “Uma coisa que ninguém te conta sobre o c4ncer infantil é que ele afeta a família inteira. Sempre ouvimos falar das dificuldades financeiras e médicas, mas com que frequência ouvimos falar das dificuldades que as famílias com outras crianças enfrentam? Para alguns, isso pode ser difícil de ver e ler. Meus dois filhos, com 15 meses de diferença, passaram de brincar juntos na escola e em casa para ficarem sentados juntos em um quarto frio de hospital”.
“Minha filha, então com 4 anos, viu o irmão ser levado da ambulância para a UTI. Ela viu uma dúzia de médicos colocarem uma m4sc4ra no rosto dele, cutucarem e examinarem com agvlhas, injet4rem uma dúzia de medicament0s em seu corpo, enquanto ele jazi4 ali, indefeso. Ela não tinha certeza do que estava acontecendo. Tudo o que ela sabia era que algo estava errado com seu irmão, seu melhor amigo”.
A mãe continuou: “Pouco mais de um mês após receber alta do hospital, ela o viu lut4ndo para andar e brincar. O irmãozinho alegre, enérgico e extrovertido que ela conhecera antes agora era um menino quieto, d0ente e muito sonolento. Ele nunca queria brincar. Ela não entendia como ele conseguia andar antes, mas agora não conseguia nem ficar em pé sem ajuda. Ela não entendia as diferentes terapias que ele precisava fazer para recuperar as forças”.
“Para ela, era algo especial que ele podia fazer e ela não. Por que eles não podiam mais ir ao parque de trampolins favorito? Por que não podiam mais ir aos parques aquáticos que frequentavam antes? Por que ele não precisava voltar para a escola, mas ela sim?”.
A mãe defendeu a decisão de fazer sua filha participar do tratamento do irmão. “Por que levamos a irmã dele conosco e por que ela presenciou tudo isso tão jovem? As crianças precisam de apoio e companhia, e não devem ser mantidas distantes da pessoa doente. O mais importante é mostrar que elas estão sendo cuidadas, independentemente da situação”.
Ela concluiu dizendo: “Ela passou bastante tempo ao lado dele no banheiro enquanto ele se recuperava. Ela permaneceu ao lado dele. Ela o apoiou e cuidou dele, independentemente da situação. Até hoje, eles são mais próximos. Ela sempre cuida dele. V0mit4r entre as brincadeiras. Acordar para v0mitar. Ficar ao lado do irmão e massagear suas costas enquanto ele passa mal. Perder de 13,6 kg para 9 kg. Isso é c4ncer infantil. Aceite ou não”.






