Uma menina de apenas três anos da cidade de Cachoeira de Macacu no interior do Rio de Janeiro ficou com o rosto coberto de hemat0m4s após ter sido 4gred1da pelo seu padrasto. O padrasto é Linneker Steven Siqueira Ramos Silva, que é filho do secretário de esportes da cidade.
A criança acabou sofrendo traumatism0 cr4niano.Inicialmente, ela foi levada para o posto de saúde da cidade, mas devido a gravidade do caso, foi transferida ao Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo. A pequena foi internada na UTI, mas felizmente já recebeu alta do local e está se recuperando no quarto do hospital.
A menina sob os cuidados de sua avó paterna. A avó gravou um vídeo da criança. No vídeo, a pequena afirma que quem a agred1u foi o seu padrasto. E ela também confirma para a avó que sua mãe presenciou tudo por meio da câmera. Quando a avó questiona a criança sobre o que a mãe fez diante da 4gress4o, a pequena não sabe explicar bem.
Para os médicos, a mãe teve uma atitude ch0cante. Ela tentou acobertar o companheiro, dizendo que sua filha teria caído da cama. Contudo, os médicos desconfiaram desta versão e ao pressionarem a mãe, ela revelou o histórico de agress0es do padrasto.
Padrasto da menina ainda não foi encontrado
Com base nas evidências deste tr1ste caso, a justiç4 decretou a prisão do padrasto Linneker Steven, mas ele não foi encontrado até o momento. Linneker encontra-se f0ragid0. O caso está sendo investigado pela P0lícia Civil do Rio de Janeiro.
A mãe da menina está sendo investigada por omissão. O caso aconteceu no último sábado (20). O padrasto responde por tentativa de fem1nicidi0 e t0rtur4.
Pai do padrasto fala sobre o que aconteceu com a menina
O pai do padrasto Linneker, o secretário dos esportes da cidade, Vanderlan Ramos Silva, se pronunciou sobre o caso. Ele começou falando sobre a menina de 3 anos. ‘Amigos, amigas e população, venho a público me pronunciar sobre uma situação delicada que envolve meu filho, Linneker. Minha maior preocupação nesse momento é a criança, que está recebendo acompanhamento médico e toda assistência necessária”.
Ele continuou: “Quero deixar claro que não aceito, nem jamais aceitarei qualquer forma de violênci4, pois trabalho diariamente com crianças, adolescentes e jovens e sei da importância de protegê-los e garantir sua integridade”.
O pai do padrasto também disse: “Sempre fui um homem simples e trabalhador, dedicado à família e ao próximo. Sei que muitos irão me julgar, mas também tenho recebido mensagens de apoio e solidariedade, pois nenhum pai gostaria de estar no meu lugar”.
“Como pai, reconheço a dor deste momento. Contudo, reafirmo que o comportamento de um filho não define o caráter de um pai. Sempre primei pela educação e pelo amor ao próximo, valores que sigo cultivando em minha vida”.
Ele destacou que não está interferindo no caso de nenhuma forma. “Não tenho nenhum poder de fazer interferência alguma nas investigações e, mesmo se tivesse, não o faria, pois isso não condiz com minha trajetória de vida. Minha vida sempre foi pautada pelo trabalho, pela honestidade e pelos princípios cristãos que orientam minha conduta”.
O pai do padrasto concluiu dizendo: “Cabe às autoridades a apuração dos fatos e à Justiç4 a definição das responsabilidades, independentemente de vínculos familiares. Tenho plena confiança nas instituições de que a verdade prevalecerá e sigo firme no meu compromisso de servir à população com seriedade, responsabilidade e dedicação”.





