O diagnóstico de Suzane Von Richthofen foi revelado pelo seu biógrafo, Ullisses Campbell. A revelação veio à tona mais de um ano e meio após o nascimento do filho dela. Suzane teve um filho que é fruto do seu casamento com o médico Felipe Zecchini Muniz.
Suzane Von Richthofen foi condenada a 39 anos de prisã0 por ter tirado a vida dos seus pais, Marísia e Manfred Von Richthofen. Ela fez isso com a participação do seu então namorado, Daniel Cravinhos, e do irmão dele, Cristian Cravinhos. Porém, ela está no regime aberto já há mais de dois anos.
Desde quando entrou no regime aberto, a vida de Suzane mudou bastante! Ela se casou com o médico Felipe Muniz, mora em um condomínio de luxo em Bragança Paulista, interior de São Paulo, e também se tornou mãe! Aos 40 anos de idade, ela deu à luz a um menino.
Suzane Von Richthofen fez uma raríssima aparição com o bebê e o marido na festa da escola de uma de suas enteadas. Isto porque Suzane ainda é madrasta de três meninas com idades entre oito e treze anos. As meninas são frutos do primeiro casamento de Felipe. Inicialmente as meninas estavam vivendo com Suzane e Felipe porque ele tinha a guarda unilateral das filhas.
Porém, a mãe das meninas entrou na justiç4 para ter a guarda das filhas. Ela fez isso assim que soube que as garotas estavam vivendo com Suzane. Mas não foi revelado se a mãe conseguiu a guarda de suas filhas.
Biógrafo fala sobre os laudos de Suzane Von Richthofen
Agora, em conversa com os apresentadores Cari0ca e B0la, o biógrafo de Suzane Von Richthofen, Ullisses Campbell, falou sobre o diagnóstico dela e o que os laudos psiquiátricos apontaram. Ele começou refletindo: “Se você tiver um bom advogado…Por exemplo, a Suzane! Os laudos psicológicos da Suzane são todos comprometedores, inclusive algum deles oficiais dizem que dependendo da circunstância ela pode voltar a cometer o cr1me aqui fora. Diz também que ela tem agressivid4de camuflada”.
O biógrafo então explicou por que Suzane foi solt4 apesar destes laudos. “Ela tá solta porque…os traços da sua personalidade não mudam, se tu fizer um laudo agora vai dar que tu é isso e daqui a dois anos vai dar a mesma coisa. E a advogada dela, que é uma advogada competente escreveu lá para a juíza. Ela disse: ‘olha, os traços da personalidade da Suzane vão ser esses para sempre, então quer dizer que ela está condenada pela personalidade que ela tem? Se o cr1me que ela cometeu, ela já pagou para estar aqui no semiaberto’. E ai a juíza vai lá e se convence”.
Ullisses Campbell ainda falou sobre a juíza que concedeu o regime aberto para Suzane Von Richthofen. “Essa juíza, que soltou a Suzane, o casal Nardoni… Ela já disse pra mim: ‘olha, o pres0 é personificado para vocês da mídi4! Para mim ele é um número. Ele é um número, técnico. E ai eu vejo os argumentos e peço o parecer do ministério públic0’”.
Mesmo assim, Ullisses Campbell destacou que os laudos que apontaram a tendência grande a violênci4 de Suzane Von Richthofen fizeram com que ela ficasse mais tempo detida. “O Daniel Cravinhos e a Suzane foram condenados a 39 anos de prisão cada um, mesma sentença. O Daniel migrou para o regime aberto em 2018. Em 2018 a porta da penitenciári4 se abriu para ele e ele foi embora. Com a mesma pena, a Suzane só foi embora em 2023. Olha a diferença, cinco anos, por causa dos laudos, para rebater isso que não é automático, cada caso é um caso e a juíza que vai determinar”.
Suzane Von Richthofen se tornou estudante de direito
Após entrar no regime aberto, além de ter se tornado mãe, Suzane Von Richthofen também é estudante. Ela está cursando direito em uma faculdade particular de Bragança Paulista. “Suzane está em Bragança Paulista estudando direito”, contou Ullisses.
Ele também falou sobre a empresa de chinelos e outros produtos customizados que Suzane é proprietária. A empresa vende seus produtos pela internet em todo o país e é acompanhada por mais de 54 mil pessoas nas redes sociais. “E ela trabalha com aquelas sandálias customizados. Mas na verdade é só uma grife, as sandálias são feitas em Angatuba com a família que ela morava”, explicou.





