Suzane Von Richthofen surgiu junto com o seu filho de um ano. E a ex-professora dela chocou ao fazer novas revelações sobre como ela era e o seu comportamento. E também sobre como ela se adaptou após ter sido detida.
Suzane encontra-se em regime aberto há dois anos e meio. Neste período, sua vida mudou totalmente. Agora, aos 41 anos de idade, ela se casou com o médico Felipe Zecchini Muniz. Suzane e Felipe ainda tiveram um filho juntos, um menino que atualmente tem pouco mais de um ano.
Suzane Von Richthofen é bem discreta em relação ao seu filho. Porém, ela fez uma aparição junto com o bebê e o marido durante uma festa na escola de sua enteada. Suzane tem três enteadas com idades entre oito e 13 anos, frutos do primeiro casamento de Felipe.
Até onde se sabe, as três meninas ainda moram com Felipe e Suzane. Era Felipe que tinha a guarda unilateral das meninas. Desde quando soube que as filhas estavam vivendo com Suzane, a mãe das meninas entrou com o pedido para ter a guarda delas. Porém, não se sabe se ela conseguiu.
Além de ter se casado e viver na região de Taubaté, interior de São Paulo, Suzane também cursa uma faculdade particular de direito da cidade. Ela também tem uma empresa de confecção de alguns produtos personalizados como chinelos e mochilas.
Ex-professora de Suzane Von Richthofen faz revelações sobre ela
A promotora Eliana Passarelli foi professora de direito de Suzane Von Richthofen na época em que ela cometeu o cr1me. Na época que cometeu o cr1me, Suzane estava cursando direito. Suzane tirou a vida de seus pais, Marísia e Manfred Von Richthofen. Isto aconteceu 23 anos atrás. Suzane fez isso com a ajuda do então namorado, Daniel Cravinhos, e do irmão dele, Cristian Cravinhos.
Eliana falou em conversa com Luiz B4cci sobre o tipo de aluna que ela era. “Ela era uma aluna razoável, uma aluna dentro da média. Você sempre lembra de alunos da seguinte maneira, bons alunos, excelentes alunos que serão juristas, os alunos engraçados, que são sempre aqueles piadistas, que você não vai esquecer jamais. E os alunos normais entram em uma média que você quase não se recorda. A média”, disse ela.
A professora ainda contou que nos corredores da faculdade Suzane Von Richthofen era mais ativa. “Agora, nos corredores sempre mais ativa. Tinha um professor lá que ela pegava as bochechas e falava: ‘você é fofinho, você tem cara de Papai Noel’. Não, não, (ela) não tentou me seduzir em hipótese nenhuma, nosso contato era superficial e também vamos combinar que comigo ela ia ter pouca chance de ser simpática”, relatou.
Eliana ainda relembrou como foi quando a notícia do ass4ssin4t0 dos pais de Suzane veio à tona. “Foi uma comoção geral. Todos arrasados, professores, a faculdade, a faculdade entrou em transe, porque não é normal que uma pessoa perca os pais em uma situação tão triste. Uma comoção geral”.
Ela também revelou que os colegas de Suzane Von Richthofen na faculdade foram até o velóri0 prestarem suas condolências. “Os alunos da classe dela, todos se solidarizaram, foram ficar com ela, foram no velório. A imagem é terr1vel, só para aqueles que conhecem os alunos e sabem. Tão todos os alunos atrás dela. todos os meninos ali. Ela não volta pra faculdade (antes da descoberta de que ela era a autora) porque eram férias”. Me chocou muito. Psicopata você não percebe”.
A promotora Eliana ainda falou sobre acontecimentos que acompanhou após a condenação de Suzane. “Eu não lembro em que ano que foi. Mudou o sobrenome. O cara é médico, casou com uma psic0pata. Assumidamente desafiadora. Foi reprovada em todos os exames criminológicos que fez porque ela era barrada nos exames criminológic0s, exatamente pelo problema que apresentava e agora passou. Sabe por que eu tô falando tudo isso? Porque eu, Eliana Passarelli, como procuradora, tomei ciência dos exames criminológicos dela e inconformada eu…”, contou
A promotora também relembrou uma cena que presenciou quando Suzane Von Richthofen estava no presídi0 de Tremembé. “Teve um fato que aconteceu comigo e com ela quando ela já cumpria pena. Eu fui ao presídi0 de Tremembé e ela presa lá. E era o momento da refeição delas, e elas iam buscar refeição para outras detentas. Quem eram elas? A Matsunaga (Elize Matsunaga), ela e a Jatobá (Anna Carolina Jatobá)”, contou.





