Rafa Brites revela complicação em sua cicatriz da cesárea: ‘um rasgo’

Por: Bruna Romanini



rafa brites cicatriz

Foto: Reprodução Instagram – Rafa Brites desabafou sobre uma complicação em sua cicatriz da cesárea

A apresentadora do Vídeo Show desabafou sobre uma complicação que ocorreu em sua cicatriz da cesárea

A apresentadora Rafa Brites desabafou sobre complicações que teve em sua cicatriz da cesárea. Ela precisou passar por uma cesárea após 29 horas de trabalho de parto porque seu bebê não passava pelo seu osso da púbis.

E apesar de ter corrido tudo bem em sua cesárea, Rafa acabou enfrentando algumas complicações na sua cicatriz da cesárea alguns meses após o parto. E ela desenvolveu queloide.

Cadastre-se

Veja a seguir o desabafo que Rafa fez sobre o assunto em suas redes sociais:

“Diferentemente de vários relatos que ouvi, eu não fui chorando para a cesárea depois de tentar por 29 horas não; fui animada, sabendo que tinha ido até o limite. Tudo ocorreu bem, meu filho nasceu como deveria ser. Minha recuperação foi rápida.

No mesmo dia, eu já estava tomando banho, fazia o curativo da cicatriz e passava uma pomada. Depois de 15 dias, sentia que a cicatriz estava bem fechada. Mas após alguns meses, estranhei ela ainda estar tão vermelha. Logo, ficou alta e fibrosa. Com 6 meses, formou um queloide. Fiquei chateada, pensando que podia ter faltado repouso adequado ou, então, que não havia cuidado bem dos pontos. Minha médica garantiu que não.

Com o tempo, a cicatriz passou a me incomodar. Primeiro porque realmente machuca, seja pelo encostar da calça jeans, seja pelo bebê ficar pulando bem ali. Porém, mais do que o desconforto, passei a implicar com a aparência.

Achei esquisito ver meu corpo com um rasgo. E a sensualidade, que já não estava na melhor das fases, afinal, tinha um bebê pequeno, passava noites em claro, me ajustava com a amamentação, piorou.

Fato é que queria esconder. Estranhei essa minha insegurança. Logo eu que falo tanto sobre aceitação. Parti para o tratamento aplicando corticoide (que ainda faço). Reparei que quase ninguém fala sobre isso. Certamente muitas mulheres, como eu, vão levar essa marca para sempre. Na época de nossas avós, era bem à vista. Hoje, só na intimidade dá para aparecer. Mas, mesmo assim, está ali, estragando aquela harmonia de um corpo tido como ‘perfeito’.

Já se passou um ano, deu uma boa melhorada e agora comecei a me acostumar com ela. Fico tentando olhar para essa marca com os olhos de tudo de maravilhoso que significa em mim. Às vezes (confesso que raramente), até acho interessante, uma marca de poder. Com um filho que já anda e que não mama mais, por vezes, nem acredito que ele saiu de dentro de mim. Mas esse risco, como uma tatuagem que fazemos em homenagem a alguém, me faz lembrar e sorrir”.

Veja mais

Comentários



Veja mais