A esposa do apresentador Pedro Bial, a jornalista Maria Prata, revelou que foi assaltada juntamente com a filha caçula do casal, a menina Dora de seis anos. Ela contou que o assalto foi a mão a armada. Ela e a filha foram abordadas em um bairro residencial na Lapa em São Paulo.
Elas foram abordadas por um assalt4nte armado e que estava em uma moto com capacete e mochila de entregas, para fingir ser um entregador. Maria Prata e Pedro Bial revelaram nas redes sociais as imagens do momento do cr1me.
Ao mostrar estas cenas, Maria Prata começou dizendo: “Hoje foi comigo. Essa imagem sem som que vemos repetidamente no feed: uma câmera de segurança, um motoqueiro de capacete e mochila de entregas, uma 4rma, alguém sendo assaltado na rua”.
A esposa de Pedro Bial continuou: “Agora esse alguém era eu. Com minha caçula colada em mim. E com som, que não sai da minha cabeça. Não estava com celular na mão. Não estava ‘dando bobeira’ num ‘lugar perigoso’. Estacionei o carro em uma rua residencial (fofa, de casinhas geminadas, na Lapa) e estava andando 20 metros até a casa para onde íamos”.
Ela falou da abordagem do assaltante. “‘Não se mexe, entrega tudo, cadê o iPh0ne?’. ‘Tá na bolsa. Eu tô com uma criança, fica calmo, pode levar tudo’. ‘Mamãe, por que você tá tirando sua aliança?’. ‘Qual a senha do iPhone? A senha do iPhone!’. Eu dizia a senha, mas, nervoso, ele errava as teclas. ‘Repete! A senha!!’. ‘Eu abro o celular pra você!’. ‘A senha!! Você é p0lícia?!’. Ele passou a mão na minha cintura pra ver se eu tava 4rmada. Repeti a senha. Finalmente abriu. Ele revirou a bolsa, pegou meus cartões e saiu”.
Maria Prata revela reação da caçula com Pedro Bial diante do assalto
A jornalista Maria Prata também revelou qual foi a reação de sua filha caçula com Pedro Bial diante do ocorrido. “‘Mamãe, o que aconteceu?’. Dora não viu a arma, não entendeu o que tava acontecendo por um motivo óbvio: ela sequer sabe que isso acontece”, explicou Maria.
Ela continuou e contou que logo depois entrou na casa de amigos. “Entramos na casa, fomos acolhidas por muitos amigos. Entreguei Dora pro Pedro, que estava lá, e desabei longe dela. Só ali, pelas conversas, caras e perguntas, ela sentiu o baque. Chorou, ficou com medo, ‘quero ir pra casa, mamãe’. Chegou p0lícia, depoimento. Horas de telefonemas cancelando tudo”.
A caçula de Pedro Bial passou o dia falando sobre o que havia acontecido, conforme relatou Maria Prata. “Dora passou o dia falando sobre isso, processando, perguntando, querendo entender o que foi aquilo, quem era aquele cara, por que ele queria o telefone, a senha, a aliança, por que isso acontece”.
Maria Prata confessou que estava sem conseguir dormir por causa do cr1me. “São 4h da manhã, não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara”.
Ela concluiu dizendo que estava fisicamente bem: “Estamos bem, têm coisas muito piores, o pesadelo poderia ser outro. Mas a vida é mesmo um sopro. Um movimento errado e o desfecho poderia ser outro, como já foi com tanta gente. Passamos as férias dedicados a mostrar para nossas filhas o Brasil mais sensacional que há. Hoje, o pior do Brasil nos atropelou. A todos os amigos que nos receberam, obrigada. Em frente. Estamos vivas”.









