Uma nova decisão em relação aos dois filhos de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá veio à tona depois de 17 anos da partida da menina Isabella Nardoni. Alexandre era o pai de Isabella e Jatobá a madrasta da menina. E eles foram os responsáveis pela partida da menina quando ela tinha apenas cinco anos de idade. Alexandre e Jatobá tem dois filhos juntos e novas revelações sobre eles foram reveladas.
Atualmente, tanto Alexandre Nardoni quanto Anna Carolina Jatobá estão cumprindo suas penas em liberdade, no regime aberto. Eles continuam casados. Atualmente, os dois filhos deles têm 20 e 18 anos de idade, tratam-se de um homem e uma mulher.
Agora, foi revelado pelo biógrafo de Alexandre e Jatobá, Ullisses Campbell, decisões que o casal tomou em relação aos seus dois filhos. Eles decidiram que os filhos não terão mais o sobrenome de Alexandre, o Nardoni, e terão apenas o sobrenome de solteira de Anna Carolina Jatobá.
Atitude de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá seria pelos filhos
O biógrafo Ullisses Campbell também revelou porque acredita que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá continuam insistindo que são inocentes. “Eu acho, isso é puro achismo meu, eu acho que a questão do Alexandre e da Anna Carolina Jatobá não é mais as penas, quanto paguei de pena, quanto deixou de pagar. Hoje eles têm uma demanda familiar, eles precisam ficar nesse personagem de inocente por conta desses outros dois filhos”, opinou Ullisses em conversa com o jornalista Beto Ribeiro.
Beto então surpreendeu ao responder: “Eu vi umas fotos desses dois filhos, tão bonitos os meninos!”. Ullisses então continuou sua reflexão: “É por isso que eles ficam insistindo nisso porque eles não desejam assumir para não ficarem com essa dívida com os filhos. Como que eu vou explicar para meus filhos que eu m4tei a irmã deles?”.
Biógrafo comenta comportamento de Alexandre Nardoni e Jatobá
O biógrafo ainda falou sobre o comportamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. “Eu duvido que eles acreditem na inocência deles. Porque se fosse assim, eles teriam um outro comportamento. Comportamento na penitenciária mesmo. Se você quiser eu te apresento ex-detent0s que cumpriram penas por cr1mes que não comentaram. E ai você vai ver como realmente é. Você tá conversando com a pessoa e dali a pouco nem entende o que a pessoa tá falando de tanto que ela chora”, contou.
Ullisses então comparou Alexandre e Jatobá com outra pessoa com quem conversou. “Eu fui abordado por um detent0 numa das saidinhas, esse ano já, não lembro o nome dele. Ele é um ex-policial rodoviário federal que ai ele foi acusado de ter m4t4do um cara. Enfim, m4taram alguém e a culpa caiu nele e ele tá pres0 lá. A primeira vez que esse homem me abordou, veio com essa história eu não acreditei, ai quatro meses depois, veio ele lá com o mesmo chororô. São muitos que vem com essa história, mas é difícil você ser inocente. Mas na última saidinha que eu encontrei ele, eu decidi ouvir ele direito, e fiquei conversando com ele”, contou.
O biógrafo continuou: “E falei: ‘vou deixar ele falar bastante que ai na própria narrativa…’. Porque quando eles são inocentes, eles falam pra caramba. Falam do que perderam, da falta que sentem da família, ele já tava preso há seis anos. E ele começou a falar, falar, falar. Falou que a ex-mulher parou de visitar ele, se casou com um amigo dele e levou a filha. E essa mulher conseguiu uma medida restritiva. E quando ele chegou nessa camada familiar, esse homem começou a chorar, chorar, chorar, que sentou na soleira da calçada”.
Ullisses apontou a diferença entre esse comportamento e o de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. “Esse é um comportamento que indica que essa pessoa tá realmente cumprindo uma pena indevidamente. O Alexandre e a Jatobá nunca tiveram nem um comportamento próximo disso. A própria Ana Carolina Oliveira (mãe de Isabella) contou que nunca em tempo algum o Alexandre se comportou como se tivesse perdido uma filha que foi morta por outra pessoa”, afirmou o biógrafo.
Ele então refletiu: “Deveria ter uma sobreposição de dor no caso Nardoni. A primeira dor é: eu perdi minha filha e de maneira trágica! Ela foi jogada da minha casa, do sexto andar, e m0rreu. Segunda dor é: eu agora estou sendo acusado de m4t4r minha filha e eu sou inocente. Já me disseram, inclusive psicólogos disseram isso, ai mas nem todo mundo expressa sua dor chorando. Tudo bem. Mas você espera pelo menos enxergar uma lágrima escorrendo. Naquela entrevista que ele dá. Tudo bem, cada um é cada um, mas nenhuma lágrima?”.


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