O pai Daniel Gunter, 27 anos, tirou a vida do seu bebê prematuro, o pequeno Brendon Staddon. E isto ocorreu bem na maternidade em que o pequeno estava internad0. Daniel ainda deixou todos impressionados com a forma como falou sobre o que fez.
O bebê Brendon Staddon nasceu prematuro de 33 semanas e ele estava internado na UTI neonatal da maternidade Yeovil District Hospital em Yeovil na Inglaterra. O bebê partiu no dia 5 de março de 2024.
Os laudos apontaram que o bebê prematuro teve seu crâni0 fraturado, pescoço, mandíbula e pernas quebrados. O bebê partiu quando estava no quarto com seu pai e sua mãe. Agora, ocorreu o julgamento do pai.
Durante o julgamento que acaba de acontecer, as enfermeiras da maternidade relataram que estavam preocupadas com os comportamentos do pai e da mãe do pequeno Brendon. Elas relataram que o bebê nasceu no dia 22 de fevereiro e que no dia 29 de fevereiro os pais saíram da maternidade e só retornaram no dia 4 de março.
Entre os dias 22 e 29 de fevereiro, em que os pais ficaram na maternidade, o comportamento deles já estava gerando preocupação. Isto porque as enfermeiras relataram que o pai parece estar controlando a mãe. Além disso, o pai tirava o filho prematuro da incubadora diversas vezes sem autorização.
O pai ainda chegou a retirar a sonda gástrica do bebê prematuro e também ficava super estimulando o pequeno ao ponto de causar estresse nele.
Mãe do bebê prematuro tentou acobertar o pai
No dia 5 de março às 4:00 da madrugada o bebê prematuro Brendon estava no quarto da maternidade com seus pais. Foi quando a mãe chamou as enfermeiras e tentou acobertar o que o pai havia feito alegando que apenas acordou e se deparou com o filho gelado.
Os médicos acreditam que o bebê prematuro já havia partido 30 minutos antes de a mãe ter chamado as enfermeiras. Mesmo assim, os médicos ainda tentaram ressuscitar o bebê. E enquanto eles lutavam pela vida do pequeno, o pai e a mãe simplesmente saíram do quarto e foram fora da maternidade para fum4r.
Pai do bebê prematuro foi frio a todo o momento
De acordo com os investigadores, o pai do bebê prematuro Brendon foi frio em todos os momentos. A delegada Nadine Partridge relatou: “Quando decretamos a prisã0 de Daniel, ele estava mais preocupado em tirarem o celular e o v4pe dele do que com o que houve com o próprio filho. Ele nunca perguntou sobre o filho”.
A delegada continuou: “Daniel não demonstrou nenhum remorso pelo que fez. Não demonstrou remorso em nenhum dos seus depoimentos para a p0lícia. A sociedade falhou com o Brendon em vida. Mas na m0rte, a justiç4 é a única proteção que podemos oferecer para ele”.
Ela também desabafou sobre a extensão dos machuc4dos do bebê. “A extensão dos feriment0s é algo que eu nunca vi antes. O corpinh0 precioso do Brendon, com apenas duas semanas de vida, não havia nenhuma parte dele que não estivesse machucad4”.
A mãe do bebê prematuro, Sophie Staddon, foi absolvida de uma acusação menor de causar ou permitir a m0rte de uma criança e o juiz lhe disse que ela “estava livre para ir”. Já o pai Daniel foi condenado pelo assassin4to do filho. O tempo de prisã0 ao qual ele será condenad0 vai ser revelado apenas em outubro.
Avô paterno do bebê prematuro desabafa
O avô paterno do bebê prematuro Brendon, Simon Gunter, desabafou sobre a perda do seu neto. Ele não demonstrou nenhum apoio ao filho assass1n0 e afirmou que quer que ele pague pelo que fez.
O avô disse: “Como família, nós estávamos muito felizes com a chegada do Brendon. Mas nos roub4ram de uma vida de memórias com o Brendon! Não poderemos ver seus primeiros passos, ouvir suas primeiras palavras, levá-lo em suas primeiras férias e vê-lo crescer até se tornar um menino e depois um homem. Nunca teremos essas memórias. Elas foram tiradas de nós e ele nunca será substituído”.
Ele ainda desabafou sobre seu próprio filho, que tirou a vida de seu neto. “Espero que Daniel receba o que merece pelo que fez a Brendon, mas, seja qual for o resultado, isso nunca o trará de volta”.





