Piscinas de bolinhas contêm bactérias mortais, diz estudo. Entenda:

Por: Bruna Romanini

Foto: Shutterstock – Entenda o estudo que analisou piscinas de bolinhas

Bactérias relacionadas a septicemia, meningite e outros problemas foram encontradas nas piscinas de bolinhas

Uma pesquisa fez um importante alerta sobre piscinas de bolinhas. O estudo feito pela Universidade da Georgia do Norte nos Estados Unidos e publicado na revista científica American Journal of Infection Control ressaltou que este brinquedo pode conter bactérias e vírus muito perigosos.

Os pesquisadores analisaram seis piscinas de bolinhas usadas em terapias em clínicas no estado da Georgia. Foram analisadas 15 bolinhas selecionadas de diversas profundidades dos brinquedos.

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Ao analisarem as bolinhas, os pesquisadores constataram a existência de diversas bactérias muito perigosas. Foram encontrados 31 diferentes tipos de bactérias. Confira a seguir quais as principais bactérias encontradas e os problemas que elas podem causar:

  • Enterococcus faecalis, que pode causar septicemia, infecção urinária e meningite;
  • Staphylococcus hominis, que também pode causar sepse, mas em bebês recém-nascidos;
  • Streptococcus oralis, pode causar problema respiratório e choque séptico por Streptococcus;
  • Acinetobacter lwofii, que pode causar septicemia, pneumonia, meningite e infecção urinária.

Para os pesquisadores a presença destas bactérias é especialmente perigosa nas piscinas de bolinhas usadas de forma terapêutica em pacientes. Contudo, os pesquisadores ressaltaram que este estudo mostra que as empresas que têm este brinquedo precisam limpá-lo com uma frequência maior do que a realizada atualmente. Ainda de acordo com eles, muitas vezes o brinquedo é higienizado apenas uma vez por semana o que é considerado muito pouco!

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Fonte consultada:

Elsevier

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