Mãe descobre que risada excessiva de seu menino de 3 meses é doença

Mãe descobre que risada excessiva de seu menino de 3 meses é doença

Mãe descobriu que a risada de seu menino era uma síndrome rara

Uma mãe descobriu que a risada excessiva de seu menino não era bom sinal

A mãe do menino William Goodson desabafou sobre a descoberta de que a risada do filho era um sintoma de doença

Quando o menino William Goodson tinha três meses de vida, seus pais começaram a estranhar o fato dele estar sorrindo constantemente. Para a maioria dos pais, ter um bebê que sorri bastante é um bom sinal, contudo, a mãe Emma e o pai Andrew passaram a achar estranho o fato de seu pequeno sorrir praticamente o tempo todo.

Os meses se passaram e as suspeitas dos pais só aumentaram. “Além do sorriso constante, ele também fazia alguns movimentos estranhos com o corpo, demorava demais para mamar e sua respiração também estava estranha, parecia a do Darth Vader. Ele também podia ficar 15 horas direto sem dormir e quando ele dormia eu tinha medo que parasse de respirar por causa de sua apneia”, relatou a mãe Emma em entrevista ao jornal britânico Metro.

Emma então começou a pesquisar sobre os sintomas de seu filho e ficou em choque ao descobrir que todos esses comportamentos estranhos eram o sinal de uma doença rara: a síndrome de Angelman. “Eu fiquei chocada ao perceber que todos os sintomas do meu filho batiam com a descrição da síndrome. Naquele momento em sabia que nossas vidas iriam mudar para sempre”, afirmou a mãe.

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Aos sete meses de vida de seu filho, Emma conseguiu convencer os médicos a fazerem o exame para esta síndrome. “Eles achavam que eu estava exagerando, que era paranoia minha, até que o resultado do exame veio positivo!”, afirmou a mãe.

Hoje William é uma criança de três anos que enfrenta alguns desafios. Mas ele conta com o apoio de seus pais e de uma equipe de profissionais de saúde. “Ele não consegue andar ainda, não dorme e não consegue falar. Ele também segue uma dieta sem carboidratos para reduzir a quantidade de convulsões dele. Mas nós temos o apoio de algumas ONGs e da nossa família e amigos. Apesar de não falar, o William entende muito e se comunica de outras formas. Ele pode não dizer ‘eu te amo’, mas ele segura nossa cabeça e nos beija com muito amor. Sabemos que esse é o jeito dele de dizer ‘eu te amo’”, concluiu a mãe.

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