Rafa Brites leva filho ao pronto-socorro e desabafa: ‘difícil manter a calma’

Por: Bruna Romanini

Foto: Reprodução

Rafa Brites levou o filho Rocco ao pronto-socorro pela primeira vez e fez um desabafo com o qual toda mãe vai se identificar

Levar o filho ao pronto-socorro é sempre muito difícil para uma mãe. Possivelmente, a primeira vez que isso acontece é ainda mais difícil. A jornalista e recém-mãe Rafa Brites, esposa do jornalista e humorista Felipe Andreoli, precisou levar seu filho Rocco de um mês e meio ao pronto-socorro devido à uma bronquiolite. E ela fez um desabafo emocionante sobre esta situação difícil acompanhado da foto acima do raio-X do pequeno. Confira o que ela disse em suas redes sociais a seguir:

“Hoje tivemos nossa primeira ida ao pronto-socorro com o Rocco, muito mais cedo que o esperado. Foi uma bronquiolite leve, mas afinal alguém espera esse momento ? Ver ele com algum tipo de dor ou desconforto dói em mim. Pode ser só uma careta por gases. Não importa preferia que fosse um soco em mim. Como é difícil manter a calma. Como é difícil fazer a malinha pra sair. Acabei pegando roupa pra 1 mês com medo que ele fosse internado. Em meio a essa confusão. Hora eu acalmando o meu marido, hora ele me acalmando, é engraçada essa dinâmica parece que nunca os dois sucumbem juntos. Eu me deparei com uma gratidão. Parece quase masoquista. Mas agradeci por ter conhecido um outro lado meu. Me vi forte. Com a sacola dele num braço a carteirinha do plano no outro, o segurando para fazer os exames. Mesmo sem dormir a noite sem tomar café da manhã eu estava ali e poderia cuidar de 10 crianças se preciso fosse. Vi de fora a mutação. Vi a Rafa mulher tomando conta da Rafa menina. Por dentro chorando mas por fora plácida, conversando com meu filho que estava tudo bem, que já ia passar… Não tem espaço pra o vitimismo. Na hora do raio X. Fui ao banheiro, comi um pão de queijo (sim no banheiro) chorei, enxuguei e saí recomposta. Em volta várias outras mães, pais e avós com as caras de assustados e valentes ao mesmo tempo. As atendentes com um olhar solidário mesmo acostumadas com essa cena…Dá vontade de ter feito medicina! Mas imagino que outro dia eu terei desejo de ter feito odonto, psicologia etc. E acho que viramos especialistas em variedades. E essa foi a minha gratidão. Como aprendi em um mês e meio. Além de todo o sentimento que tenho estou aprendendo a lidar com novas sensações e situações que nenhuma faculdade me daria. Tentando entender o raio-X dele. Fiz o meu. Me ví por dentro! Gostei do que ví. Não foi nada sério. Voltamos pra casa e estamos monitorando. Aí vejo histórias como a do menininho Joaquim… e penso como suportar algo assim? Passa pela cabeça que eu não seria capaz. Mas lá no fundo eu sei que seria sim. E Sempre serei”.

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