Tratamentos para engravidar: conheça os principais

Por: Bruna Romanini

Foto: Getty Images

Saiba qual tratamento para engravidar é melhor para cada caso

Os tratamentos para engravidar são indicados após mais de um ano de tentativas sem método contraceptivo e fazendo sexo pelo menos duas vezes por semana. Quando a mulher tem mais de 35 anos, o tempo de espera reduz para seis meses.

Saiba quais são os principais tratamentos para quem quer ter um filho.

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Indução de ovulação

O que é: A mulher é submetida à medicamentos que irão promover o crescimento dos folículos ovarianos. “Quando estiverem no tamanho ideal é administrado outro medicamento para que eles liberem óvulos a serem fertilizados”, explica a ginecologista e obstetra Thaís Domingues, especialista em reprodução humana da Clínica Huntington.

Quando é recomendado: Em casos de relação sexual programada, fertilização in vitro e inseminação intrauterina.

Riscos: Pode ocorrer um pequeno desconforto local devido às injeções aplicadas. O uso de hormônios pode levar ao inchaço, retenção de líquidos, e alteração de humor. “Em casos raros as pacientes podem apresentar uma resposta ovariana excessiva”, diz Domingues.

Inseminação artificial

O que é: Consiste na injeção de espermatozoides dentro do útero da mulher. “No momento em que a paciente está ovulando, após a indução da ovulação ou acompanhamento do desenvolvimento espontâneo do folículo, o sêmen do parceiro é coletado, preparado e induzido diretamente na cavidade uterina”, conta Domingues.

Quando é recomendado: O método é orientado para mulheres que não menstruam regularmente, após terem a ovulação corrigida. “Pode ser indicado também para casais onde o homem apresenta pequenas alterações no espermograma que são minimizadas após o preparo seminal”, afirma Domingues.

Riscos: Quase inexistentes.

Fertilização in vitro

O que é: A fecundação é feita fora do corpo materno. O primeiro passo é estimular a produção de mais de um óvulo por ciclo por meio de medicações específicas. “Esses óvulos são aspirados do ovário, com o auxílio de uma agulha, guiada por um ultrassom transvaginal e então, depositados em uma solução nutritiva para que se mantenham vivos”, explica Domingues.

Depois os espermatozoides são coletados e após o preparo seminal e a separação dos melhores também são colocados no mesmo recipientes para que ocorra a fecundação. “Após a fertilização, o embrião permanece em uma estufa por cerca de 3 a 5 dias quando já está apto a ser implantado no útero materno”, diz Domingues.

Quando é recomendado: O procedimento é indicado quando há endometriose severa, trompas obstruídas ou ausentes, alterações moderadas a severas no sêmen ou quando não é obtido sucesso com métodos de baixa complexidade.

Riscos: O que pode acontecer é um pequeno desconforto abdominal, principalmente após a retirada dos óvulos, decorrente da administração de hormônios, assim como alteração de humor. Em situações raras, as pacientes podem apresentar sangramento após a retirada dos óvulos.

Injeção intracitoplasmática de espermatozoides

O que é: Trata-se de uma das técnicas de fertilização in vitro e ocorre quando um único espermatozoide especialmente selecionado é injetado em cada óvulo disponível.

Quando é recomendado: A indicação é feita pelo embriologista ao se deparar com alterações importantes no sêmen ou com poucos óvulos, principalmente nos casos de mulheres mais velhas.

Riscos: O que pode acontecer é um pequeno desconforto abdominal, principalmente após a retirada dos óvulos, decorrente da administração de hormônios, assim como alteração de humor. Em situações raras, as pacientes podem apresentar sangramento após a retirada dos óvulos.

 

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